Serendipidade

#ProjetoSerendipidade: Beta Menda

Hoje quem nos oferece a história no #ProjetoSerendipidade é a @aramismenswear (assistam nos stories a um video bacana sobre a marca!). 👊🏼


Vamos falar da Roberta (@betamenda ), uma linda menina que há 8 anos nasceu igual a todo mundo, mas com uma parte de seu corpo um pouquinho diferente: suas mãozinhas. 🖐

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Hoje quem nos oferece a história no #ProjetoSerendipidade é a @aramismenswear (assistam nos stories a um video bacana sobre a marca!). 👊🏼 Vamos falar da Roberta (@betamenda ), uma linda menina que há 8 anos nasceu igual a todo mundo, mas com uma parte de seu corpo um pouquinho diferente: suas mãozinhas. 🖐 A Beta veio ao mundo com "brida amniótica", uma condição muito rara na qual pedaços de um tecido semelhante à bolsa amniótica se enrolam nos braços, pernas ou outras partes do corpo do feto durante a gestação, fazendo com que o sangue não chegue corretamente a estes locais. Como consequência, os bebês podem nascer com malformações e/ou com falta de membros. Para esta bela menina da foto, 3 dedinhos de cada mão nasceram "grudados", o que fez com que ela passasse por 7 cirurgias – a 1ª delas com 8 dias de vida. À medida que a Beta cresceu, passou a lidar com as dúvidas, preconceitos e julgamentos que a vida em sociedade lhe impôs. Desde adultos olhando de maneira diferente, até coleguinhas de escola que não queriam pegar em suas mãos. O apoio dos Pais e do irmão foram fundamentais para superar estas situações. Explicações acerca de temas como "respeito ao próximo" e "entendimento das diferenças entre os seres humanos" foram assuntos frequentes na família Costa. Sua mãe Simone nos contou que sempre dizia à filha que havia 2 opções: “encarar e enfrentar os desafios e ser feliz” ou “ficar triste, chorando, tentando achar a razão de ter nascido com esta condição”. E a Betinha escolheu a 1ª opção: incorporou a ideia de ser feliz e aos 7 anos de idade lançou um livro (O Diário das Minhas Mãozinhas) que conta a história de sua vida de maneira lúdica, leve e com muito afeto. O objetivo da publicação é ajudar a todos a lidar melhor com as diferenças e mostrar às crianças “diferentes” que elas não estão sozinhas. O livro traz exercícios que buscam trabalhar a empatia e a aceitação em seus leitores, de forma que a história narrada se torna uma maneira de ajudar pessoas e de transformar o mundo em um lugar mais feliz. A Família Costa não tem nenhum fim lucrativo com o livro. Eles autorizaram a editora a fazer a publicação em troca apenas da ampliação da história! Que lindo!

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A Beta veio ao mundo com “brida amniótica”, uma condição muito rara na qual pedaços de um tecido semelhante à bolsa amniótica se enrolam nos braços, pernas ou outras partes do corpo do feto durante a gestação, fazendo com que o sangue não chegue corretamente a estes locais. Como consequência, os bebês podem nascer com malformações e/ou com falta de membros. Para esta bela menina da foto, 3 dedinhos de cada mão nasceram “grudados”, o que fez com que ela passasse por 7 cirurgias – a 1ª delas com 8 dias de vida. À medida que a Beta cresceu, passou a lidar com as dúvidas, preconceitos e julgamentos que a vida em sociedade lhe impôs. Desde adultos olhando de maneira diferente, até coleguinhas de escola que não queriam pegar em suas mãos.

O apoio dos Pais e do irmão foram fundamentais para superar estas situações. Explicações acerca de temas como “respeito ao próximo” e “entendimento das diferenças entre os seres humanos” foram assuntos frequentes na família Costa. Sua mãe Simone nos contou que sempre dizia à filha que havia 2 opções: “encarar e enfrentar os desafios e ser feliz” ou “ficar triste, chorando, tentando achar a razão de ter nascido com esta condição”. E a Betinha escolheu a 1ª opção: incorporou a ideia de ser feliz e aos 7 anos de idade lançou um livro (O Diário das Minhas Mãozinhas) que conta a história de sua vida de maneira lúdica, leve e com muito afeto. O objetivo da publicação é ajudar a todos a lidar melhor com as diferenças e mostrar às crianças “diferentes” que elas não estão sozinhas.

O livro traz exercícios que buscam trabalhar a empatia e a aceitação em seus leitores, de forma que a história narrada se torna uma maneira de ajudar pessoas e de transformar o mundo em um lugar mais feliz.

A Família Costa não tem nenhum fim lucrativo com o livro. Eles autorizaram a editora a fazer a publicação em troca apenas da ampliação da história! Que lindo!