Projeto Laços: Desatando nós para construir novos vínculos!

O Projeto Laços nasceu a partir da experiência vivida pelo Henri e pela Marina no momento da notícia do diagnóstico da síndrome de Down do Pepo, um dia após seu nascimento. A aceitação e a assimilação deste novo e inesperado fato é repleto de dúvidas, incertezas, tristezas e questionamentos.

Ninguém escolhe ter um filho com deficiência – mas uma vez que a vida nos coloca diante desta situação, é importante saber que existem formas de encará-la e transformá-la numa bela e apaixonante jornada . Para tanto, receber informações adequadas e, principalmente, acolhimento é fundamental. Pais e mães que passaram pela mesma situação têm muito a contribuir neste processo.

  1. MISSÃO

O Programa consiste em acolher as mães e/ou pais que receberam a notícia que seu bebê tem ou terá síndrome de Down. O acolhimento será feito por mães e/ou pais que passaram pela mesma situação.

  1. OBJETIVO

Dar suporte a mães e/ou pais que acabaram de receber a notícia que seu bebê tem/terá Síndrome de Down. O atendimento consiste em ouvi-los, validar seus sentimentos e compartilhar vivências práticas e emocionais relacionadas à maternagem/paternagem de uma criança com a trissomia do cromossomo 21. A ideia é ajudar estes Pais a re-significar o presente.

  1. PROCESSOS e ETAPAS
  • Mães e/ou pais de crianças com síndrome de Down interessados na função de acolhedores voluntários são recrutados e capacitados através da metologia desenvolvida pelo Projeto Serendipidade.
  • As famílias interessadas em se conectar com o Projeto Laços fazem contato e são encaminhadas para o(a) voluntário(a) que tiver o perfil mais adequado para realizar o atendimento. Buscamos juntar famílias de acolhedores e acolhidos com histórias e experiências semelhantes.
  • O acolhimento será feito de forma presencial ou virtual (telefone, video-chamada) – a escolha dependerá da vontade da família acolhida e de sua localidade. O processo de acompanhamento pode levar até 1 ano, com etapas que variam de acordo com a necessidade e disponibilidade de cada família.
  • O 1º atendimento pode acontecer logo após o “momento da notícia” (diagnostico da síndrome de Down), sendo ele durante ou após a gestação, A decisão de quando procurar  o Projeto Laços é exclusivamente da família a ser acolhida.
  • Não existe nenhum custo para o atendimento e não se trata de atendimento psicológico e nem tampouco terapêutico. O processo é totalmente confidencial.
  1. EQUIPE
  • COORDENAÇÃO TÉCNICA:  Claudia Sartori Zaclis, Psicologa do Colégio Santo Américo e Terapeuta Comportamental. Irmã do Rafael, 36 anos (síndrome de Down).
  • COORDENAÇÃO OPERACIONAL: Deise Campos, mãe do Guilherme, 26 anos (síndrome de Down) e colaboradora do Projeto Serendipidade.
  • CURADORIA: Marina Zylberstajn, Psicóloga e Pedadoga, professora de Educação Infantil e mãe do Pedro, 1 ano (síndrome de Down).
  • ACOLHEDORES VOLUNTÁRIOS: Henri Zylberstajn, Pai do Pedro, (1 ano); Leonora Novaes, Mãe da Betina, (6 anos); Adriana Salls, Mãe da Hanna, (1 ano); Cibele Oliveira, Mãe do Martin, (2 anos); Silvia Dalben, Mãe da Clara, (4 anos); Carolina Lima, Mãe do João, (1 ano) e Marina Zylberstajn, Mãe do Pedro, (1 ano)
Quer ser acolhido (a)? Entre em contato conosco através do formulário abaixo!